Sistema Aprovação · Clínica Médica · Prova prática TECM 2026
Prova prática TECM 2026: Mapa Mestre de estudo
Este Mapa Mestre organiza a preparação para a prova prática TECM 2026, a 2ª fase do Título de Especialista em Clínica Médica da SBCM/AMB. Por isso, cada seção responde a uma única pergunta: o que o candidato precisa fazer, dizer ou demonstrar para o examinador marcar o item?
Em primeiro lugar, o material mostra como a banca transforma habilidades em pontos. Em seguida, lista os temas, as doses, os exames e as falas que mais pontuam. Por fim, traz o cronograma de 35 minutos por dia até 29/11/2026.
- Data da prova
- 29/11/2026domingo, com chegada às 07h
- Contagem
- 63 diasaté a prova prática
- Formato
- 2 × 10 min5 pontos em cada estação
- Nota de corte
- 7,0 / 10sem compensação com a 1ª fase
0Regras oficiais da prova prática TECM 2026
Cada informação traz o seu nível de evidência, e os níveis nunca se misturam. Assim, NÍVEL A vem do edital e da errata, NÍVEL B vem de provas e checklists anteriores e NÍVEL C vem da literatura de OSCE ou de estimativa didática.
O que o edital define para a prova prática TECM 2026
- Documentos-base. O Edital nº 2473/2026 da SBCM vale junto com a Errata nº 01/2026, de 05/08/2026. Porém, a errata só adiou a lista de aptos e explicou a nota da 1ª fase, logo nada mudou na prova prática TECM 2026. A
- Data e local. A prova acontece em 29/11/2026, das 08h às 18h, no Centro Universitário São Camilo, Av. Nazaré, 1501, Ipiranga, São Paulo. Além disso, o horário pode se estender até o último candidato. A
- Chegada. Chegue às 07h com documento oficial com foto, físico original ou digital no aplicativo oficial, já que print ou foto do documento não vale. A
- Ordem de chamada. A ordem segue a confirmação do pagamento da inscrição, portanto a espera pode ser longa. A SBCM fornece alimentação básica e água, mas lanche próprio só vale com necessidade especial declarada. A
- Estrutura. São 2 estações de 10 minutos, com sinal sonoro no início e no fim. Cada estação vale 5 pontos, de modo que o total é 10 e o corte é 7,0. A
- Dinâmica sequencial. Tudo começa obrigatoriamente na Etapa 1, e o examinador só entrega o próximo cartão depois da ação exigida. Caso contrário, o cartão chega quando o tempo da etapa acaba, porém sem pontuar. A
- Avaliação. A banca avalia Conhecimento, Habilidade e Atitude, ou seja, o modelo CHA. A
Proibições, recursos e bibliografia
- Itens proibidos. Relógio, óculos escuros ou inteligentes, boné e qualquer eletrônico ficam de fora. Assim, você não terá cronômetro e precisa treinar a noção de tempo. A
- Depois da prova. O gabarito sai em 30/11, às 13h, e o recurso vai de 01 a 03/12, a R$ 200 por item. Contudo, o recurso só vale se fundamentado na bibliografia do edital, e o resultado sai em 14/12. A
- Bibliografia oficial. Valem Cecil 26ª, Harrison 22ª (2025), Projeto Diretrizes AMB, PCDT do Ministério da Saúde, UpToDate, Medicina de Emergência USP 19ª e Semiologia Cardiovascular Baseada em Evidências. O Bates, porém, não consta no edital. A
- Tipo das estações. Trabalhamos com uma hipótese não confirmada, isto é, Estação A de ambulatório e habilidades e Estação B de urgência e emergência. Por isso, o treino divide o tempo em 45% ambulatório, 45% emergência e 10% enfermaria, UTI e casos híbridos. C
Em resumo, toda etapa da prova prática TECM 2026 segue a mesma lógica:
1Como a prova prática TECM 2026 transforma ações em pontos
A análise usa 8 checklists de edições anteriores: Clínica Médica 1, 2, 5, 6 e 7, além de Preventiva 1 e 2 NÍVEL B. Dois deles trazem pesos, e ambos somam exatamente 10,0.
Onde estão os pontos, em geral
A escala interna de cada checklist vai de 0 a 10, mas a estação vale 5 pontos. Como os pesos da SBCM 2026 não são conhecidos, tudo o que vem daqui é peso didático estimado.
Itens universais da prova prática TECM 2026
- Primeiramente, a identificação mútua, com cumprimento e acolhimento, vale 0,25.
- A comunicação não verbal também vale 0,25, desde que você mostre pelo menos 3 sinais: contato visual, tronco voltado, braços descruzados, aproximação ou paciente sentado.
- Da mesma forma, linguagem simples, sem jargão e com resposta empática vale 0,25.
- Chamar pelo nome e ouvir as dúvidas sem interromper vale mais 0,25.
- Além disso, anunciar o exame físico antes de executá-lo vale de 0,25 a 0,5.
- Por fim, desfazer dúvidas e verificar a compreensão vale 0,25.
Itens de alto valor
- A técnica verbalizada de Kernig, Brudzinski, Mingazzini, disdiadococinesia ou nervo facial vale 1,0 cada, portanto é o maior peso individual.
- Em seguida vem o exame decisivo, por exemplo punção lombar (0,75), TC sem contraste (0,5) ou paracentese.
- O tratamento com a droga nomeada vale 0,5 cada, como antibiótico com corticoide, trombolítico, AAS e estatina de alta intensidade.
- No mieloma, pedir os exames certos valeu 3,0 de 10.
- Ademais, "extrapolar" com quimioprofilaxia, cessação do tabagismo, CAT ou notificação vale 0,5 cada.
Ações que destravam o próximo cartão
- Dizer "vou examinar" libera o cartão de achados, porque a banca espera o anúncio.
- Da mesma forma, pedir o exame certo (PL, TC, paracentese, calcemia, anti-HBs) libera o resultado.
- Na emergência, monitor, acesso, O₂ e glicemia liberam os sinais vitais e a evolução.
- Na exposição biológica, o anti-HBs vem antes da vacina ou da imunoglobulina, pois a ordem é pontuada.
Pegadinhas que custam pontos
- A sequência pontua, então uma conduta dada antes do exame que a justifica perde o item.
- Itens parciais exigem 3 sintomas associados, logo cite sempre 3 ou mais.
- O nome do fármaco é obrigatório, visto que "antibiótico" sem droga não pontua.
- Reavalie a conduta depois de um novo dado, por exemplo ao ajustar o tratamento após o Gram.
- Quando o paciente tem encefalopatia, o acompanhante vira o interlocutor, como na estação de cirrose.
Roteiro da estação ambulatorial na prova prática TECM 2026
Na estação de consultório, a sequência abaixo cobre quase todos os itens pontuáveis:
Roteiro da estação de emergência
Na emergência, no entanto, a prioridade muda e o tratamento começa antes da história completa:
2Da prova teórica às estações da prova prática TECM 2026
A Parte II do caderno teórico (questões 101 a 120, com peso 1,0) cobrou raciocínio clínico em urgência e emergência NÍVEL B. Por isso, cada questão virou uma estação de 10 minutos, e os temas que também aparecem no edital e nos checklists antigos recebem peso máximo.
Questões cardiovasculares e de choque
| Questão e decisão cobrada | Armadilha e estação derivada |
|---|---|
| TEP em idosa com D-dímero de 640: use o D-dímero ajustado pela idade, ou seja, idade × 10 ng/mL após os 50 anos. | Porém, tratar 640 como positivo aos 70 anos é o erro (estação de dispneia súbita). |
| FA com estenose mitral moderada a importante: anticoagule com varfarina e, ao mesmo tempo, controle a FC. | No entanto, DOAC é contraindicado nesse caso (estação de palpitação). |
| Anafilaxia em usuário de betabloqueador: inicie adrenalina IV contínua e, se refratária, glucagon. | Contudo, priorizar corticoide ou anti-histamínico é o erro (estação de anafilaxia). |
| Choque séptico em paciente com ICFEr: dê volume com cautela e reavalie, porque a noradrenalina deve entrar cedo. | Entretanto, infundir 30 mL/kg sem reavaliar é o erro (estação de sepse). |
| Emergência hipertensiva, conforme a diretriz de 2025: inicie nitroprussiato IV e reduza a PAM em cerca de 10–20% na 1ª hora. | Todavia, nifedipina sublingual tira ponto (estação de crise hipertensiva). |
| AESP com VD dilatado no POCUS: mantenha RCP de qualidade, dê adrenalina e trombolise o TEP maciço. | Mas, parar a RCP por EtCO₂ baixo aos 2 minutos é o erro (estação de PCR). |
| Choque séptico refratário: associe vasopressina como 2º vasopressor. | Porém, dopamina é a alternativa errada (estação de sepse). |
Questões respiratórias, infecciosas e neurológicas
| Questão e decisão cobrada | Armadilha e estação derivada |
|---|---|
| PAC grave pelos critérios ATS/IDSA: um critério maior ou 3 menores indicam UTI, e então o esquema é β-lactâmico com macrolídeo. | No entanto, macrolídeo isolado é o erro (estação de sepse pulmonar). |
| DPOC exacerbada com acidose respiratória: indique VNI, broncodilatador e corticoide, com O₂ entre 88% e 92%. | Contudo, O₂ em alto fluxo sem alvo é o erro (estação de IRpA). |
| Dengue com choque e plaquetas de 5.000: trate como Grupo D, com SF 0,9% 20 mL/kg em 20 minutos, até 3 vezes. | Entretanto, transfundir plaquetas sem sangramento é o erro (estação de arbovirose). |
| AVC ao acordar com oclusão de ACM: o mismatch DWI-FLAIR permite trombólise, e em seguida vem a trombectomia. | Todavia, negar trombólise pelo horário desconhecido é o erro (estação de AVC). |
Questões renais e de distúrbio ácido-base
| Questão e decisão cobrada | Armadilha e estação derivada |
|---|---|
| DRC 5 com potássio refratário: inicie diálise, já que há hipercalemia refratária, acidose e uremia. | Mas, manter conduta conservadora é o erro (estação de nefrologia). |
| Síndrome nefrótica com varicocele aguda: suspeite de trombose de veia renal e, então, peça angio-TC ou doppler. | Assim, o tema vira estação de laboratório. |
| CAD euglicêmica em uso de iSGLT2: trate como CAD mesmo com glicemia abaixo de 250 e, além disso, suspenda o iSGLT2. | Porém, descartar CAD pela glicemia é o erro (estação de CAD). |
| Hipertensão intradialítica: revise peso seco, ganho interdialítico e sódio do dialisato. | No entanto, nifedipina SL ou nitroprussiato é o erro (estação de nefrologia). |
Questões metabólicas e digestivas
| Questão e decisão cobrada | Armadilha e estação derivada |
|---|---|
| Distúrbio misto com AG 30 e pH 7,48: o delta-delta mostra acidose de AG alto, alcalose metabólica e alcalose respiratória. | Contudo, chamar de distúrbio simples é o erro (estação de gasometria). |
| Estado hiperglicêmico hiperosmolar: reponha volume primeiro, pois a insulina só entra depois disso e com K ≥3,3. | Entretanto, insulina em bolus antes do volume é o erro (estação de EHH). |
| HDA não varicosa por AINE: inicie IBP IV, calcule o Glasgow-Blatchford e faça EDA em até 24 h, com Hb alvo 7. | Assim, o tema vira estação de HDA. |
| Nefrite lúpica rapidamente progressiva: faça pulso de metilprednisolona 500–1.000 mg/dia por 3 dias. | Todavia, aguardar a biópsia é o erro (estação de reumatologia). |
A Parte I também tem temas com potencial de estação, principalmente CAD, hipercalemia com ECG, estado de mal, meningite pneumocócica, HDA varicosa, PAC com CURB-65, FA com CHA₂DS₂-VASc, DM2 com obesidade, DRC com albuminúria, hiponatremia, delirium por anticolinérgico, crise tireotóxica, hipercalcemia maligna, TB latente e rastreio de câncer de mama.
A20 temas ambulatoriais da prova prática TECM 2026
A prioridade soma quatro fontes: edital, prova teórica 2026, checklist antigo e mudança recente de diretriz. Assim, ★★★★★ indica tema obrigatório e ★★★ indica tema importante.
Temas ambulatoriais obrigatórios na prova prática TECM 2026: diabetes, HAS e IC
| Tema e ação que destrava | Frase que vale ponto |
|---|---|
| DM2 com insulina basal ★★★★★ — interprete HbA1c e glicemias antes de prescrever. | Prescreva NPH 10 UI (ou 0,1–0,2 UI/kg) SC às 22 h e, além disso, peça monofilamento, RAC, fundoscopia e HbA1c em 3 meses. |
| DM2 com obesidade ou risco cardiorrenal ★★★★★ — calcule o IMC e pergunte sobre DCV e DRC. | Conforme a SBD 2026, IMC ≥30 pede GLP-1 RA ou tirzepatida, enquanto risco cardiorrenal pede iSGLT2. |
| Hipertensão arterial ★★★★★ — demonstre a técnica de aferição e confirme com MAPA ou MRPA. | A meta é <130/80 para todos, e PA de 120–139/80–89 agora se chama pré-hipertensão. |
| IC crônica ★★★★★ — examine a congestão e peça ECO ou BNP. | Cite os quatro pilares, ou seja, sacubitril-valsartana, betabloqueador, espironolactona e iSGLT2. |
| Cirrose descompensada ★★★★★ — indique a paracentese diagnóstica. | Se PMN ≥250, trate PBE com cefotaxima e albumina 1,5 g/kg no D1 e 1 g/kg no D3, além de lactulose. |
Mais temas obrigatórios: cirrose, DPOC, asma, FA, DRC e exposição biológica
| Tema e ação que destrava | Frase que vale ponto |
|---|---|
| DPOC estável ★★★★★ — confirme com espirometria pós-BD (VEF1/CVF <0,7). | No GOLD 2026, uma exacerbação moderada já muda a conduta, e eosinófilos ≥300 pedem ICS. |
| Asma ★★★★★ — avalie o controle e a técnica inalatória. | De acordo com a GINA 2026, use ICS-formoterol como resgate e manutenção, porque SABA isolado não é mais aceito. |
| Fibrilação atrial ★★★★★ — peça o ECG. | Calcule o escore e prescreva DOAC, salvo estenose mitral moderada a grave ou prótese mecânica. |
| DRC e nefropatia diabética ★★★★★ — peça TFGe e RAC. | Use IECA ou BRA em dose máxima com iSGLT2 e, se a albuminúria persistir no DM2, finerenona. |
| Exposição a material biológico ★★★★★ — pergunte as circunstâncias e peça testes rápidos. | A PEP vale até 72 h, e o anti-HBs vem antes da vacina, bem como a notificação no SINAN e a CAT. |
Temas importantes: dislipidemia, obesidade, cefaleia e geriatria
| Tema e ação que destrava | Frase que vale ponto |
|---|---|
| Dislipidemia e prevenção ★★★★ — estratifique o risco. | Prescreva estatina de alta intensidade e, se o LDL seguir fora da meta, ezetimiba. |
| Obesidade ★★★★ — meça IMC e circunferência abdominal. | Classifique a síndrome metabólica pela IDF e explique o mecanismo GIP/GLP-1 da tirzepatida. |
| Cefaleia com método centrado na pessoa ★★★★ — explore sentimentos, ideias, função e expectativas. | Pergunte os sinais de alarme, registre o SOAP e, além disso, aborde o tabagismo. |
| Demência e polifarmácia ★★★★ — faça a AGA com MEEM ou MoCA e a lista de remédios. | Pelos critérios de Beers, suspenda o anticolinérgico e trate a causa do delirium. |
| Anemia ★★★ — leia hemograma, VCM e reticulócitos. | Na hemólise peça Coombs direto, enquanto a neuropatia sugere B12. |
Temas de hematologia, endocrinologia, prevenção e aparelho locomotor
| Tema e ação que destrava | Frase que vale ponto |
|---|---|
| Nódulo e hipotireoidismo ★★★ — peça TSH. | Nódulo suspeito com TSH normal vai para PAAF, mas o mixedema pede levotiroxina com hidrocortisona. |
| Mieloma e hipercalcemia ★★★ — peça o cálcio sérico. | Hidrate e dê zoledronato, depois peça eletroforese, imunofixação, cadeias leves e mielograma. |
| Vacinação e rastreamentos ★★★ — peça o cartão vacinal. | No idoso, cite influenza, pneumocócica, dT, hepatite B, zóster e VSR, bem como mamografia bienal dos 50 aos 69 anos. |
| DRGE e dispepsia ★★★ — pergunte os sinais de alarme. | Com alarme, indique EDA; sem alarme, entretanto, faça IBP por 8 semanas. |
| Artrite e lombalgia ★★★ — faça o exame articular dirigido. | Na crise de gota, use colchicina ou AINE, mas não inicie alopurinol sem profilaxia. |
Para entender por que foco vale mais que volume, leia também Estudar muito e não passar: o problema não é a carga horária.
B20 temas de emergência da prova prática TECM 2026
Todos exigem separar o paciente estável do instável nos primeiros 20 segundos. Em geral, a ação que destrava é sempre a mesma: monitor, O₂ se a saturação estiver baixa, acesso venoso e glicemia capilar.
Emergências obrigatórias na prova prática TECM 2026: PCR, SCA, sepse e AVC
| Tema e ação que destrava | Ação crítica |
|---|---|
| PCR em FV/TV ou AESP/assistolia ★★★★★ — cheque resposta e pulso em até 10 s e, logo depois, chame ajuda. | Faça RCP a 100–120/min e 5–6 cm, choque precoce e adrenalina IV, pois a via IV é preferível à IO. |
| SCA com supra de ST ★★★★★ — faça o ECG em até 10 minutos. | Dê AAS, P2Y12 e anticoagulante e, então, ICP primária em até 90 min ou fibrinólise em até 30 min. |
| Sepse e choque séptico ★★★★★ — peça lactato e hemoculturas. | Conforme a SSC 2026, dê antibiótico em até 1 h, cristaloide balanceado e noradrenalina, inclusive por veia periférica. |
| AVC isquêmico agudo ★★★★★ — defina a última vez visto bem, a glicemia e o NIHSS. | Peça TC sem contraste e trombolise com alteplase ou tenecteplase até 4,5 h, com angio-TC para trombectomia. |
| Taquiarritmia instável ★★★★★ — procure os sinais de instabilidade. | Faça cardioversão sincronizada, sobretudo com sedação. |
Mais emergências obrigatórias: bradicardia, potássio, CAD, IRpA e crise hipertensiva
| Tema e ação que destrava | Ação crítica |
|---|---|
| Bradiarritmia sintomática ★★★★★ — faça ECG e busque sinais de baixo débito. | Dê atropina 1 mg e, se falhar, use marca-passo transcutâneo, dopamina ou adrenalina. |
| Hipercalemia com ECG alterado ★★★★★ — faça o ECG. | Primeiramente, dê gluconato de cálcio; depois vêm insulina com glicose, β2 e retirada do K. |
| CAD e EHH ★★★★★ — peça glicemia, gasometria, K e cetonemia. | Reponha volume na 1ª hora e confira o K antes da insulina, já que hipocalemia mata. |
| Insuficiência respiratória aguda ★★★★★ — peça gasometria e defina o tipo de IRpA. | Use VNI na DPOC hipercápnica e no EAP, porém faça IOT em sequência rápida se falhar. |
| Emergência hipertensiva ★★★★★ — procure lesão aguda de órgão-alvo. | Use droga IV titulável e reduza a PAM em 10–25% na 1ª hora, salvo dissecção e AVC. |
Anafilaxia, HDA, TEP e asma grave
| Tema e ação que destrava | Ação crítica |
|---|---|
| Anafilaxia ★★★★★ — reconheça o critério clínico. | Dê adrenalina IM 0,5 mg na coxa e repita em 5–15 min, bem como volume. |
| HDA varicosa e não varicosa ★★★★★ — garanta dois acessos calibrosos e tipagem. | Na varicosa, dê terlipressina e ceftriaxona com EDA em até 12 h; na péptica, entretanto, IBP e EDA em até 24 h. |
| TEP ★★★★ — estime a probabilidade com Wells, Genebra ou PERC. | Use o D-dímero ajustado à idade e a angio-TC, mas trombolise se houver instabilidade. |
| Asma grave ★★★★ — meça pico de fluxo e saturação. | Dê SABA com ipratrópio, corticoide sistêmico e MgSO₄ 2 g, com O₂ alvo de 93–95%. |
Emergências neurológicas, infecciosas e do trauma
| Tema e ação que destrava | Ação crítica |
|---|---|
| Meningite bacteriana ★★★★ — pesquise Kernig e Brudzinski e indique a PL. | Dê dexametasona antes ou junto com o antibiótico e, além disso, precaução de gotículas e notificação. |
| Estado de mal epiléptico ★★★★ — meça a glicemia capilar. | Dê benzodiazepínico em 5 min e, em seguida, a 2ª droga em até 20 min. |
| Dengue grave ★★★★ — classifique pelo sinal de alarme ou choque. | No Grupo D, faça SF 0,9% 20 mL/kg em 20 min até 3 vezes, sem plaquetas profiláticas. |
| Politrauma ★★★★ — siga o XABCDE. | Controle a hemorragia exsanguinante antes da via aérea, bem como imobilização e FAST. |
| Hiponatremia e hipercalcemia ★★★ — avalie osmolaridade e volemia. | Na hiponatremia grave, dê NaCl 3% 100–150 mL, mas corrija no máximo 8–10 mEq/L em 24 h. |
| Coma e intoxicações ★★★ — avalie Glasgow, pupilas e glicemia. | Dê naloxona se houver opioide e tiamina antes da glicose no etilista, logo IOT se Glasgow ≤8. |
CExame físico que pontua na prova prática TECM 2026
Nos checklists, a técnica verbalizada valeu 1,0 ponto por manobra. Portanto, treine sempre em voz alta: posição do paciente, comando, o que observa e quando o sinal é positivo.
Manobras neurológicas da prova prática TECM 2026
- Kernig. Com o paciente em decúbito dorsal, flexione quadril e joelho a 90° e, em seguida, estenda o joelho. O sinal é positivo quando há dor ou resistência.
- Brudzinski. Em decúbito dorsal, flexione passivamente a nuca em direção ao tórax. Assim, o sinal é positivo quando quadris e joelhos fletem sozinhos.
- Mingazzini de MMSS. Peça braços estendidos à frente, palmas para cima e olhos fechados por 10 a 20 segundos. Logo, a queda ou pronação indica o membro parético.
- Disdiadococinesia. Diga: "bata alternadamente a palma e o dorso da mão na coxa, o mais rápido possível". Movimento lento ou irregular sugere, portanto, lesão cerebelar.
- Nervo facial. Dê pelo menos 2 comandos: enrugar a testa, fechar os olhos com força, mostrar os dentes ou encher as bochechas. A paralisia central poupa a testa, enquanto a periférica acomete toda a hemiface.
- NIHSS e Glasgow. Avalie consciência, olhar, campos visuais, face, força, ataxia, sensibilidade, linguagem, disartria e extinção. Da mesma forma, Glasgow ≤8 indica proteger a via aérea.
- Dix-Hallpike. Com o paciente sentado e a cabeça rodada 45°, deite-o com extensão de 20°. Então, nistagmo com latência e fatigável indica VPPB.
Manobras de abdome, tórax e olho
- Ascite. Pesquise macicez móvel de decúbito e, além disso, piparote com a mão do assistente na linha média.
- Asterixis. Peça braços estendidos, punhos em dorsiflexão e dedos abertos, pois o flapping sugere encefalopatia.
- Ausculta cardíaca. Percorra os focos mitral, tricúspide, pulmonar, aórtico e aórtico acessório, bem como as manobras de Rivero-Carvallo, handgrip e Valsalva.
- Fundo de olho. Em sala escura, use o olho direito para o olho direito do paciente e siga disco, vasos e mácula. Assim, você identifica papiledema, exsudatos, hemorragias e cruzamentos AV.
- Monofilamento de 10 g. Aplique perpendicular até curvar, por 1 a 2 segundos, sem que o paciente olhe. Se ele não percebe algum ponto, então o pé está em risco.
Procedimentos e técnicas
- Paracentese. Obtenha consentimento, faça assepsia e puncione no quadrante inferior esquerdo com técnica em Z. Depois, envie citologia, albumina, proteína e cultura em frasco de hemocultura.
- Punção lombar. Faça TC antes se houver déficit focal, papiledema, convulsão, imunossupressão ou Glasgow <10. Em seguida, puncione L3–L4 ou L4–L5 em decúbito lateral e meça a pressão de abertura.
- Técnica inalatória. Agite o spray, expire, acople o espaçador, dispare 1 jato e inspire devagar, com apneia de 10 segundos. Por fim, oriente bochechar após o ICS.
- Aplicação de insulina. Use abdome, coxa, braço ou nádega com rodízio, e a agulha de 4 mm dispensa prega. Contudo, com caneta, mantenha a agulha 10 segundos e não massageie.
- RCP de alta qualidade. Comprima o centro do tórax a 5–6 cm e 100–120/min, com retorno completo e pausas <10 s. Além disso, troque o compressor a cada 2 minutos, porque EtCO₂ >10 mmHg indica compressão eficaz.
DDoses para decorar antes da prova prática TECM 2026
"Iniciar antibiótico" sem droga, dose e prazo não pontua. Por isso, estas são as falas exatas para adultos, e cada linha indica a fonte a conferir antes de um recurso.
Doses de PCR, arritmias e SCA
| Cenário | Droga e dose |
|---|---|
| PCR | Adrenalina 1 mg IV a cada 3–5 min, logo no ritmo não chocável e após o 1º choque no chocável. Além disso, amiodarona 300 mg e depois 150 mg, ou lidocaína 1–1,5 mg/kg (conforme AHA 2025). |
| Pós-PCR | Mantenha PAM ≥65 mmHg e, se comatoso, temperatura entre 32 e 37,5 °C por ≥36 h (conforme AHA 2025). |
| Bradicardia | Atropina 1 mg IV a cada 3–5 min, até 3 mg; depois, dopamina 5–20 µg/kg/min ou adrenalina 2–10 µg/min (conforme AHA 2025). |
| TSV estável | Primeiramente, manobra vagal; em seguida, adenosina 6 mg em bolus rápido com flush e, se preciso, 12 mg (conforme AHA 2025). |
| SCA | AAS 162–300 mg mastigado, clopidogrel 300–600 mg ou ticagrelor 180 mg, bem como enoxaparina 1 mg/kg SC de 12/12 h (conforme ACC/AHA 2025 e SBC). |
| TEP de alto risco | Alteplase 100 mg IV em 2 horas, juntamente com heparina não fracionada (conforme ESC). |
| IOT em sequência rápida | Cetamina 1–2 mg/kg ou etomidato 0,3 mg/kg, bem como succinilcolina 1,5 mg/kg ou rocurônio 1,2 mg/kg (conforme USP 19ª). |
Doses de sepse, choque e neurologia
| Cenário | Droga e dose |
|---|---|
| Sepse | Cristaloide balanceado ≥30 mL/kg em 3 h e antibiótico em até 1 h. Além disso, noradrenalina como 1ª linha, vasopressina 0,03 U/min se escalando e hidrocortisona 200 mg/dia, com PAM 65 (conforme SSC 2026). |
| Anafilaxia | Adrenalina 0,5 mg IM no vasto lateral, a cada 5–15 min. Se refratária, então infusão IV; no betabloqueado, glucagon 1–5 mg IV (conforme WAO e USP). |
| Dengue Grupo D | SF 0,9% 20 mL/kg em 20 minutos, reavaliando e repetindo até 3 vezes (conforme MS, 6ª ed.). |
| AVC isquêmico | Alteplase 0,9 mg/kg (máx. 90 mg, 10% em bolus) ou tenecteplase 0,25 mg/kg em bolus (máx. 25 mg). Antes, PA <185/110, e depois <180/105 por 24 h (conforme AHA/ASA 2026). |
| Estado de mal | Diazepam 0,15–0,2 mg/kg IV ou midazolam 10 mg IM; em seguida, fenitoína 20 mg/kg, levetiracetam 60 mg/kg ou valproato 40 mg/kg. |
| Meningite | Ceftriaxona 2 g IV de 12/12 h, com ampicilina 2 g de 4/4 h se houver fator de risco. Além disso, dexametasona 0,15 mg/kg de 6/6 h por 4 dias. |
| Opioide | Naloxona 0,4–2 mg IV, IM ou IN, repetindo conforme a resposta (AHA 2025). |
Doses metabólicas, respiratórias e digestivas
| Cenário | Droga e dose |
|---|---|
| CAD | SF 0,9% 15–20 mL/kg na 1ª hora. Se K <3,3, reponha e adie a insulina; caso contrário, insulina regular 0,1 U/kg/h (conforme SBD 2026 e ADA). |
| Hipercalemia | Gluconato de cálcio 10% 10 mL IV em 2–5 min e, logo após, insulina regular 10 U com glicose 25 g e salbutamol nebulizado. |
| Hipoglicemia | Glicose 50% 50 mL IV, porém tiamina 100 mg antes no etilista ou desnutrido. |
| Hipercalcemia | SF 0,9% 200–300 mL/h e zoledronato 4 mg IV em 15 min, bem como calcitonina 4 UI/kg como ponte. |
| Asma grave | Salbutamol 4–10 jatos a cada 20 min, prednisolona 40–50 mg e MgSO₄ 2 g IV, com O₂ só se saturação <92% (conforme GINA 2026). |
| DPOC exacerbada | O₂ alvo 88–92%, VNI se pH ≤7,35 e PaCO₂ ≥45, além de prednisona 40 mg por 5 dias (conforme GOLD 2026). |
| Emergência hipertensiva | Nitroprussiato 0,25–10 µg/kg/min, com PAM −10 a 25% na 1ª hora. Na dissecção, entretanto, PAS <120 em 20 min (conforme DBHA 2025). |
| HDA | Na varicosa, terlipressina 2 mg IV de 4/4 h e ceftriaxona 1 g/dia. Na péptica, contudo, omeprazol 80 mg IV e depois 8 mg/h. |
| PBE | Cefotaxima 2 g IV de 8/8 h, bem como albumina 1,5 g/kg no D1 e 1 g/kg no D3 (conforme AASLD). |
| PEP para HIV | TDF/3TC 300/300 mg com dolutegravir 50 mg, 1 vez ao dia por 28 dias, desde que iniciada em até 72 h (conforme PCDT do MS). |
EExames para interpretar na prova prática TECM 2026
O treino relâmpago dura 90 segundos por exame. Assim, leia sempre em voz alta e na ordem abaixo.
ECG e gasometria na prova prática TECM 2026
ECG
- Primeiramente, avalie ritmo, FC, eixo, PR, QRS, QT e ST-T.
- Depois, procure IAM com supra e a parede, bem como os equivalentes de De Winter, Wellens e Sgarbossa.
- Na hipercalemia, a T apiculada vem antes da P achatada e do QRS largo.
- Reconheça FA, flutter, TSV, TV, BAV de 2º grau Mobitz II e BAVT.
- O QT longo sugere hipocalcemia, enquanto o QT curto sugere hipercalcemia.
Gasometria em 5 passos
- Em primeiro lugar, defina pH, distúrbio primário e compensação (Winter: PaCO₂ = 1,5 × HCO₃ + 8 ± 2).
- Em seguida, calcule AG = Na − (Cl + HCO₃) e corrija pela albumina.
- No delta-delta, ΔAG/ΔHCO₃ >2 indica alcalose metabólica associada.
- Com AG normal, diferencie diarreia de ATR pelo AG urinário.
- Por fim, P/F <300 indica hipoxemia, e <100 indica SDRA grave.
Líquidos corporais, laboratório e imagem
Líquidos corporais
- No líquor bacteriano, a pressão sobe, predominam PMN, a glicose cai abaixo de 40 e a proteína aumenta.
- Na ascite, GASA ≥1,1 indica hipertensão portal, enquanto PMN ≥250 indica PBE.
- Pelos critérios de Light, proteína P/S >0,5, LDH P/S >0,6 ou LDH >2/3 do limite indicam exsudato.
Laboratório
- No hemograma, olhe VCM, RDW e reticulócitos, porque esferócitos pedem Coombs.
- Pelo KDIGO, a LRA é creatinina ×1,5 em 7 dias, +0,3 em 48 h ou diurese <0,5 mL/kg/h por 6 h.
- No hepatograma, separe padrão hepatocelular de colestático e calcule Child-Pugh e MELD.
- Na eletroforese, o pico monoclonal aparece mesmo com EAS normal, visto que a Bence Jones não é albumina.
- Na dengue, hematócrito ascendente com plaquetas em queda indica gravidade.
Imagem
- Na TC de crânio sem contraste, diferencie hemorragia de isquemia e calcule o ASPECTS.
- No RX de tórax, procure consolidação, derrame, pneumotórax, congestão e hiperinsuflação.
- Na espirometria, VEF1/CVF <0,7 pós-BD confirma DPOC, e o VEF1 define o estágio GOLD.
- No POCUS, VD dilatado sugere TEP, e linhas B sugerem congestão.
FScripts de comunicação para a prova prática TECM 2026
A atitude vale ponto em toda estação. Portanto, decore estas falas até saírem de forma automática.
Abertura e emergência
Consulta centrada na pessoa e más notícias
Fechamento e prevenção
Atualização de atitude: os checklists antigos listam "mão no ombro" como comunicação não verbal. Atualmente, trate o contato físico como opcional e sempre com consentimento, já que contato visual, tronco voltado e paciente sentado garantem o ponto.
GChecklists antigos revisados para a prova prática TECM 2026
Cada checklist passou pela mesma revisão: item antigo, diretriz vigente, mudança e conduta atual. Como os arquivos não trazem ano, a linguagem sugere material de 2021 ou anterior.
AVC, cirrose e insulina
| Status e item antigo | Conduta atual |
|---|---|
| ⚠ válido com ressalvas AVC: "indica trombólise ou alteplase" | Conforme a AHA/ASA 2026, use alteplase ou tenecteplase até 4,5 h, e a janela estendida vai até 9 h ou ao acordar, com mismatch na imagem. |
| ⚠ válido com ressalvas AVC: "prescreve AAS" | No trombolisado, o AAS só entra após 24 h e TC de controle. Contudo, no AVC menor, use dupla antiagregação. |
| ⚠ desatualizado AVC: não havia item de trombectomia | Peça angio-TC para oclusão de grande vaso e, então, indique trombectomia, com NIHSS e glicemia. |
| ✓ permanece válido Cirrose: cefotaxima, albumina, lactulose e paracentese | Diga a dose, ou seja, albumina 1,5 g/kg no D1 e 1 g/kg no D3 (conforme AASLD). |
| ⚠ válido com ressalvas Cirrose: EDA para rastrear varizes | Pelo Baveno VII, elastografia <20 kPa com plaquetas >150 mil dispensa EDA. Porém, com hemorragia prévia, a EDA segue indicada. |
| ✓ permanece válido Insulina: NPH 10 UI ou 0,1–0,2 UI/kg à noite | Titule pela glicemia de jejum, com meta de HbA1c individualizada (conforme SBD 2026). |
| ⚠ válido com ressalvas Insulina como único passo | Antes ou junto, cite GLP-1 RA ou tirzepatida se IMC ≥30, bem como iSGLT2 se houver risco cardiorrenal. |
| ? controverso Insulina: álcool 70%, prega, 90° e compressão | A agulha de 4 mm dispensa prega, mas cite álcool e prega para não perder o item. |
Meningite, mieloma e prevenção
| Status e item antigo | Conduta atual |
|---|---|
| ⚠ válido com ressalvas Meningite: cefalosporina com ampicilina e dexametasona | A ampicilina só entra se >50 anos, imunossupressão, etilismo ou gestação, e a dexametasona vem antes ou junto com o antibiótico. |
| ⚠ válido com ressalvas Meningite: suspender dexametasona após o Gram | Suspenda só se o Gram não indicar pneumococo. Com diplococo Gram-positivo, entretanto, mantenha por 4 dias. |
| ✓ permanece válido Mieloma: hidratação com calcitonina ou bisfosfonato | Use zoledronato 4 mg, mas denosumabe se a DRC for grave. |
| ⚠ válido com ressalvas Mieloma: critérios e inventário ósseo radiográfico | Pelo IMWG, cite CRAB e SLiM, já que TC de baixa dose ou PET-TC substituem o inventário. |
| ✓ permanece válido Exposição biológica: testes rápidos, anti-HBs, vacina, SINAN e CAT | Mantenha a ordem, isto é, anti-HBs antes da conduta para hepatite B. |
| ⚠ válido com ressalvas Exposição biológica: PEP para HIV sem detalhe | Cite TDF/3TC com DTG por 28 dias até 72 h, bem como testes aos 30 e 90 dias. |
| ✓ permanece válido Método centrado na pessoa com SOAP | O contato físico, porém, só com consentimento. |
Condutas que tiram ponto na prova prática TECM 2026
HVídeos selecionados
Todo vídeo precisa virar de 3 a 8 pontos observáveis e, em seguida, simulação com feedback. Os links foram conferidos em 26/09/2026; no entanto, confira a duração e registre o trecho útil ao abrir.
| Vídeo | O que extrair e tempo máximo |
|---|---|
| Exame Neurológico: Sinais de Irritação Meníngea | Extraia posição, comando e critério de Kernig e Brudzinski, em até 8 minutos. |
| Semiologia Rocco: Exame dos sinais meníngeos | Observe rigidez de nuca e Lasègue, bem como a fala do examinador, em até 8 minutos. |
| Exame neurológico: Aula de Semiologia | Veja Mingazzini, Barré, coordenação e nervo facial, em até 12 minutos. |
| Chest Pain History Taking (Geeky Medics) | Copie a estrutura de abertura, sequência, resumo e fechamento, em até 10 minutos. |
| Using SOCRATES in History Taking (Geeky Medics) | Aprenda a caracterizar a dor em 8 perguntas, em até 6 minutos. |
As próximas buscas serão, por exemplo, megacode ACLS 2025, NIHSS, técnica inalatória, paracentese, fundo de olho e ECG de hipercalemia, principalmente de sociedades, universidades e hospitais.
IConteúdos MedXperts prioritários
Quando o inventário for feito, cada módulo receberá uma classe conforme o critério abaixo:
- ★★★★★ Tema das seções A ou B com estação prática ou checklist.
- ★★★★ Tema do edital que, além disso, apareceu na Parte II da teórica.
- ★★★ Habilidade física da seção C, sobretudo manobras com peso 1,0.
- ★★ Tema do edital, embora sem histórico de estação.
- ★ Conteúdo fora do programa ou teoria sem ação observável.
JCronograma da prova prática TECM 2026 até 29/11
O plano cabe em 35 minutos por dia, com 70% de simulação, 20% de correção e 10% de teoria. Além disso, os erros voltam em repetição espaçada no dia 0, no dia 2 ou 3, no dia 7 e no dia 14.
Rotina de estudo para a prova prática TECM 2026
Dia padrão de 35 minutos
- Primeiro, 5 minutos de revisão do erro anterior.
- Depois, 5 minutos de vídeo, checklist ou diretriz.
- Em seguida, 10 minutos de estação cronometrada.
- Logo após, 10 minutos de correção CHA e roteiro 10/10.
- Por fim, 5 minutos de flashcards e fala crítica em voz alta.
Semana padrão
- Segunda: estação ambulatorial nova.
- Terça: estação de emergência nova.
- Quarta: habilidade, como exame físico, ECG ou gasometria.
- Quinta e sexta: repetição do erro, então ambulatório e emergência.
- Sábado: minissimulado com 2 estações seguidas.
- Domingo: 20 a 30 minutos de flashcards e scripts, sem estação nova.
Plano semana a semana até a prova prática TECM 2026: fase 1
| Semana e fase | Ambulatório e emergência | Habilidade e sábado |
|---|---|---|
| 28/09–04/10 Fase 1 | DM2 com insulina e SOAP, bem como PCR e SCA com supra. | Script de abertura e ECG de isquemia, e no sábado o diagnóstico inicial. |
| 05/10–10/10 Fase 1 | Cirrose com PBE e HAS 2025, bem como sepse e taquiarritmia instável. | Gasometria e sinais meníngeos, e no sábado mais 2 estações de diagnóstico. |
Fases 2 a 4: estações-base, surpresa e reta final
| Semana e fase | Ambulatório e emergência | Habilidade e sábado |
|---|---|---|
| 11/10–18/10 Fase 2 | IC e FA, bem como AVC 2026 e hipercalemia. | Mingazzini, facial e NIHSS, e no sábado simulado de AVC com DM2. |
| 19/10–25/10 Fase 2 | DPOC e asma, bem como CAD, EHH e emergência hipertensiva. | Espirometria e técnica inalatória, e no sábado simulado de DPOC com CAD. |
| 26/10–31/10 Fase 2 | DRC e exposição biológica, bem como HDA e anafilaxia. | Líquor, ascite e pleural, e no sábado simulado de exposição com HDA. |
| 01/11–08/11 Fase 3 | Obesidade e dislipidemia, bem como meningite e TEP. | Fundo de olho, paracentese e PL, e no sábado o modo prova. |
| 09/11–15/11 Fase 3 | Demência e mieloma, bem como dengue grave e estado de mal. | ECG de arritmias, e no sábado o modo prova. |
| 16/11–20/11 Fase 3 | Tireoide e anemia, bem como IRpA e politrauma. | Gasometria mista, e no sábado o modo prova. |
| 21/11–28/11 Fase 4 | Na reta final da prova prática TECM 2026, revise só erros, doses, scripts e roteiros 10/10. | Faça o último simulado em 21/11, porque não entra conteúdo novo a partir de 27/11. |
| 29/11 Prova | Chegue às 07h com documento oficial. | Revise apenas o script de abertura e o de emergência, sobretudo sem conteúdo novo. |
Como estudar para a prova prática TECM 2026 sem perder o ritmo
O limite de 35 minutos por dia é proposital, pois constância vence maratona na véspera. Se você também estuda para concursos, os dez passos fundamentais para passar em qualquer concurso público seguem a mesma lógica.
Da mesma forma, sono e foco pesam mais que qualquer atalho, como explica o artigo Remédio para estudar: o que ninguém te conta. Além disso, o método completo está em Como passar em concurso público.
+Leia também no Sistema Aprovação
Enquanto a prova prática TECM 2026 não chega, estes conteúdos ajudam a manter o método:
- Estudar muito e não passar: o problema não é a carga horária, porque mostra por que a carga horária não garante aprovação.
- Como passar em concurso público, sobretudo para quem concilia plantão e estudo.
- Todos os artigos do Sistema Aprovação, bem como novos materiais para a prova prática TECM 2026.
- Sobre o Dr. Edilson Lins, então conheça a trajetória por trás do método.





